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SENAR-RO e CEPLAC promovem distribuição de sementes de cacau a produtores da ATeG, na região de Roli


Oito produtores assistidos pela Assistência Técnica e Gerencial do SENAR Rondônia na cadeia do cacau (ATeG Cacau) receberam, ao todo, 20mil sementes de cacau comum para a produção de mudas para porta enxertos – nome dado à planta cuja parte de baixo (raiz e base do caule) é aproveitada na enxertia. As sementes foram solicitadas pelos produtores ao técnico de campo da ATeG Cacau que os acompanham, Wanderson Cleiton Schmidt Cavalheiro. “No dia 16 de junho fui até a Ouro Preto D’Oeste buscar o material na CEPLAC e comecei a distribuir imediatamente”, conta o técnico. As sementes chegaram em boa hora, já que está na época de promover a germinar para que no início das águas as mudas estejam prontas para irem para o campo. “Preparando as mudas até junho, o produtor consegue em tempo hábil ter mudas clonadas em novembro”, reforça Cleiton.


Com as sementes que recebeu, Vanderlei Sapateiro, produtor de Alto Alegre dos Parecis (RO), preparou 1500 mudas. “A gente aqui na nossa chácara achou por bem ampliar a lavoura, mas não tínhamos o entendimento certo de como fazer. Aí ele [o técnico] nos orientou que precisava ser uma semente de qualidade para ser uma muda boa e ele fez essa correria para gente”, conta Vanderlei. “Ainda não dá para saber quantas vão pegar, mas já está tudo saindo da terra”, acrescentou o produtor.

A fim de garantir a qualidade do material, a supervisora da ATeG Cacau, Camila Xavier, buscou a parceria da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (CEPLAC), que concedeu sementes de plantas produtivas manejadas na Estação Experimental de Ouro Preto do Oeste (RO). “As sementes distribuídas são materiais genéticos já avaliados e com características dentro das conformidades para multiplicação seminal e produção de mudas para serem usadas com porta enxerto”, garante Francisco Antônio Neto, responsável técnico da CEPLAC pela Estação de Ouro Preto do Oeste.

Segundo o técnico de campo da ATeG, era fundamental garantir a procedência do material. “São sementes de frutos sadios, sem doenças ou danos que possam trazer má formação ou transmissão de doenças às novas lavouras. Por isso nossa preferência era adquirir as sementes com a CEPLAC, pela confiança no material fornecido pela instituição”, reforça o Cleiton Schmidt Cavalheiro.

Os produtores atendidos pela iniciativa produzem nos municípios de Alto Alegre dos Parecis (3 produtores), Santa Luzia D’Oestes (2), Rolim de Moura (1) e Novo Horizonte D’Oeste (2).

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