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Os limites do humor

Por Amanda Vitória


O humor é a disposição do ânimo de uma pessoa. Mais do que um estado de espírito, pode ser considerado um talento, que possibilita ao indivíduo alegrar quem está a sua volta e até mesmo quem está distante.

O humor é um elemento fundamental para nosso convívio social, afinal, quem não gosta de dar boas gargalhadas? Quem não tem aquele amigo que faz tudo virar piada? O humor é um dom sim, e poucos sabem fazê-lo com excelência.

Atualmente, existem diversos programas de humor em canais da internet, televisão, rádios e até mesmo colunas em jornais e revistas. Mas, será que o humor tem limite na mídia?

Com o passar dos anos, este estado de espírito vem perdendo sua verdadeira essência, que é alegrar a todos, sem ofender ninguém e brincadeiras ofensivas com determinadas pessoas, classes sociais e religiões têm se tornado cada vez mais comum.

Segundo o portal da FOLHA DE S. PAULO, o humorista Rafinha Bastos virou alvo de críticas nas redes sociais por uma brincadeira inadequada. Por ocasião do Dia das Mães, ele fez uma publicação que dizia o seguinte: “Aê, órfãos! Dia triste hoje, hein?”. Para uma parcela da população, um comentário desta natureza pode não significar nada, mas para aqueles que perderam suas mães, ou nunca as teve, pode ser uma ofensa e falta de sensibilidade.

A sociedade precisa entender que humor é saudável, se feito com respeito. Ofensas e brincadeiras de péssimo gosto não são partes do humor, seja na mídia ou no convívio social, e podem tomar rumos indesejáveis. Talvez, não estejamos preparados para “tamanha liberdade” que experimentamos no dia a dia.

Diante desta nova realidade, é importante que seja realizado um trabalho de educação, com campanhas e palestras de conscientização. E cada vez mais, as escolas e pais têm um papel fundamental na formação de suas crianças e adolescentes como cidadãos.

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