PRA QUE SERVE O “FUMACE”?


Parte da rotina de Nova Mutum Paraná (NMP), a Termonebulização Espacial, conhecida como “Fumacê”, tem como objetivo controlar os mosquitos transmissores da malária (Anopheles) na localidade. O combate ao mosquito da malária foi condicionado à UHE Jirau através de seu Plano Básico Ambiental (PBA), pelo Programa de Saúde Pública.

É importante que todos saibam que a fumaça aplicada pelo “Fumacê”, contém um inseticida que, além de matar os mosquitos da malária, pode agredir o meio ambiente, se não for utilizado corretamente. Por isso, sua aplicação tem que ser feita de forma controlada e da seguinte maneira:

a) Durante 03 (três) dias por semana, sendo, preferencialmente, aos finais de semana, é realizada a aplicação do “fumacê”. Depois, ocorre um intervalo de 04 (quatro) dias. Esta atividade é realizada desta forma por 03 (três) semanas consecutivas e, na quarta semana, há uma pausa na aplicação do fumacê quando é realizado um monitoramento entomológico da área, todas as ações são realizadas rigorosamente em cumprimento ao protocolo do Ministério da Saúde. Seguem os quadros contendo os calendários de janeiro e fevereiro de 2015:

b) Em horários previamente definidos pela equipe técnica, que acompanha o que acontece com os mosquitos antes e depois do “Fumacê”.

c) As atividades de aplicação do fumacê não serão realizadas em dias de ventos fortes e/ou chuvosos, pois sua efetividade fica comprometida;

Em relação aos mosquitos que recentemente têm atormentado nossas noites, seu nome é Mansonia. E estudos específicos estão em andamento para verificar o que está ocorrendo em NMP. Como o “Fumacê” é destinado ao combate do mosquito da malária, no caso do Mansonia, o mesmo “Fumacê” irá apenas amenizar a sensação de incômodo das pessoas com este mosquito.

Além do “Fumacê”, a Energia Sustentável do Brasil em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde (SEMUSA), através do Programa de Compensação Social, realizou a limpeza dos possíveis criadouros, localizados dentro e no entorno de Nova Mutum Paraná, onde o Mansonia pode se reproduzir. Tal limpeza consiste basicamente na retirada do excedente de capim e lixo que está acumulado na rede dos canais fluviais da Vila, impedindo a circulação da água e formando muitas poças de água parada, mais um perigo para a criação de novos mosquitos.

Após este processo de limpeza, foi aplicado um biolarvicida, produto natural à base de uma bactéria que se alimenta somente das larvas de mosquitos. Trata-se de um produto que não agride a saúde das pessoas e nem o meio ambiente (ar, água, solo, animais e plantas). Este será reaplicado sempre que for detectado a existência das larvas de mosquitos.

Esse conjunto de medidas serve para controlar, de forma segura, a quantidade de mosquitos, evitando o uso de poluentes e inseticidas químicos.

Todos podem contribuir para evitar problemas com os mosquitos:

  1. Evitar deixar água parada em recipientes;

  2. Recolher o lixo ao redor da casa e manter a lixeira sempre com tampa;

  3. Limpar diariamente os vasos de plantas e os recipientes de água dos animais domésticos;

  4. Usar sempre repelente;

  5. Evitar portas e janelas abertas nos horários de maior incidência do mosquito, é prudente instalar telas em portas e janelas das residências;

  6. Evitar a exposição nos horários de maior incidência dos mosquitos;

  7. Caso sinta dor no corpo, dor de cabeça, náuseas, febre, vômito e diarreia, faça imediatamente um exame de detecção de malária.

Colabore transmitindo essas informações aos seus amigos, colegas e vizinhos!

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